Empreendedorismo de Impacto Social é tema do curso de férias da ESPM-SP

Você já pensou em desenvolver uma ONG que pudesse resolver os problemas do mundo como saúde, educação, pobreza ou desmatamento? Ou ainda, trabalhar com uma causa social ou ambiental e ao mesmo tempo ganhar dinheiro? Realizar e ter, realmente, um propósito?

Este é o trabalho de um empreendedor de negócio de impacto social, que diferentemente do empreendedor tradicional que só busca o lucro, desenvolve por meio de sua organização atividades juntamente com outros públicos, como governo, empresa e sociedade civil organizada, para transformar uma realidade social ou ambiental dentro de um modelo pragmático e inovador.

Empreender é uma arte que inspira e motiva pessoas pelo mundo todo. Grandes negócios são criados, vidas transformadas e ótimas ideias são colocadas em prática. O empreendedorismo social vem ganhando espaço e quem opta por esse caminho monta uma organização em que a responsabilidade social está à frente do negócio.

Assim, a ESPM-SP e o professor Marcus Nakagawa idealizaram o Curso de Férias Empreendedorismo de Impacto Social: definindo causas e ações para mudar o mundo, com o objetivo de desenvolver nos alunos a compreensão sobre o empreendedor e o empreendedorismo social nas suas várias vertentes, engajamento, desafios e oportunidades, além de apresentar outros formatos de projetos, organizações e negócios que estão trabalhando para um mundo melhor.

As aulas serão de 14 a 18 de janeiro de 2019, das 19h30 às 22h30, na ESPM-SP, Joaquim Távora, e serão ministradas pelo doutorando em Sustentabilidade pela USP/EACH, mestre em administração com ênfase em sustentabilidade na estratégia de negócios das empresas e professor na graduação e no MBA da ESPM-SP, Marcus Nakagawa, que também foi coordenador do Programa Social Nutrir da Nestlé, gerente de sustentabilidade para fornecedores da Philips para a América Latina e foi empreendedor na iSetor com consultorias e projetos para o Instituto Akatu, Instituto Ressoar da Rede Record, Fundação Telefônica, entre outras empresas e instituições.

“O curso é direcionado para todos os públicos, como: executivos e profissionais de administração, marketing e publicidade, empreendedores, gestores e mobilizadores sociais, para que possam discutir, aprender e planejar a união de ações e valores pessoais na profissão”, explica Nakagawa.

As 15 horas de aula serão dinâmicas e com diversos estudos de casos, além de debates e a montagem do esboço de um empreendimento. Entre os assuntos abordados estão: Quem é o empreendedor social?; O que é empreendedorismo social?; Desafios e problemas do mundo; Voluntariado e projetos sociais: a importância da ação social na sociedade e na empresa; Terceiro Setor: parceiros estratégicos para melhorar o mundo; Negócios sociais: pensando em negócios e fazendo um impacto socioambiental; e O início da modelagem da minha ONG, meu negócio social ou meu projeto social.

Objetivo

Ao final do curso os estudantes deverão ser capazes de:

  • Lembrar e listar a diferença entre o empreendedor tradicional e o empreendedor de impacto social e ambiental;
  • Entender as diferentes formas de empreendedorismo social: organização do terceiro setor, projetos sociais, negócios sociais e negócios de impacto social;
  • Analisar as vertentes, engajamento, desafios e oportunidades do empreendedor social;
  • Avaliar o ecossistema do impacto social;
  • Selecionar umas das formas de empreendedorismo de impacto social e conceber uma ideação para a sua causa e a sua ação.

Serviço

Empreendedorismo de Impacto Social: definindo causas e ações para mudar o mundo

Datas: 14 a 18/01

Carga horária: 15 horas

InvestimentoR$ 1.720,00 (pode ser parcelado em até seis vezes)
Local: R. Joaquim Távora, 1240, Vila Mariana

Informações: (11) 5081-8200 / ferias@espm.br

https://www.espm.br/educacao_continuada/empreendedorismo-de-impacto-social-definindo-causas-e-acoes-para-mudar-o-mundo/

Sobre Marcus Nakagawa

Professor da Graduação e MBA da ESPM, nas questões de ética, responsabilidade socioambiental, empreendedorismo, empreendedorismo social e terceiro setor; palestrante de sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida para empresas como Unimed, Senac, Sindicredi, entre outros; idealizador e presidente do conselho deliberativo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade; sócio-diretor da iSetor, empresa de gestão administrativa e financeira/ projetos para empreendedores empresariais, culturais e sociais com clientes como a Fundação Telefônica, Farofa.la, Trash 80’s, Instituto Akatu, Instituto Ressoar da Rede Record, Adecoagro, Sebrae, entre outros; professor convidado do MBA da UNIP e do Master – Pós MBA da B.I. International.

Foi gerente de Sustentabilidade para Fornecedores da Philips para América Latina, responsável pelo Programa de Sustentabilidade/Responsabilidade Social no Brasil e pelo suporte à América Latina. Foi diretor na La Fabbrica do Brasil, agência italiana de projetos culturais e sociais com clientes como TIM, Fiat, Fundação Banco do Brasil, entre outros e já foi coordenador do Programa Social Nutrir, na Nestlé. Doutorando em Sustentabilidade pela USP/EACH, mestre em Administração como o foco em Sustentabilidade na Estratégia de Negócios das Empresas (PUC-SP), pós-graduado em Administração (ESAN-UNIFEI) e graduado em Propaganda e Marketing (ESPM-SP).

Sobre a ESPM

Fundada em 1951 com o nome Escola de Propaganda do MASP e sob o slogan ‘Ensina quem faz’, a ESPM tinha como filosofia, mantida até hoje, reunir profissionais do mercado para ministrar seu curso, associando a prática com a teoria. Em pouco tempo já era reconhecida como uma das principais instituições de ensino do País.

A partir de 1974, deu início à sua expansão, inaugurando a ESPM Rio, no Rio de Janeiro. Em 1978 viriam os cursos de pós-graduação e, em 1985, inaugurou a ESPM Sul, em Porto Alegre. Considerada um centro de excelência no ensino de Comunicação, Marketing e Gestão, a oferta de novos cursos de graduação era o caminho natural a ser seguido. E desta forma, a ESPM ampliou seu portfólio: Administração (1991); Design (2004); Relações Internacionais (2006); Jornalismo (2011); Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão (2014); Cinema e Audiovisual (2015); e Ciências Sociais e do Consumo (2015). O início do século XXI também ficou marcado pela introdução dos programas de mestrado e doutorado.

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